Corrida para a morte
Atualmente, o número de jovens mortos em acidentes automobilísticos cresceu significativamente, ao ponto de ser um dos maiores responsáveis pelas mortes dos mesmos nas grandes cidades como São Paulo, apesar de a “Lei Seca” ter diminuído o índice desses ocorridos, onde a ingestão em excesso de bebidas alcoólicas era o principal responsável.
Uma das grandes diversões dos jovens é “tunar” os seus carros, torná-los verdadeiras máquinas velozes, possantes super-equipados com enormes sistemas de luz e som, para que possam apostar os famosos rachas clandestinos, que ao final acarreta ao vencedor algum dinheiro, para que ele possa continuar a equipar o seu carro; ou às vezes, somente a simples satisfação de saber que é mais veloz que o outro, ou outra coisa muito pior, a morte de qualquer um dos seus participantes que ultrapassam os próprios limites na busca pela vitória.
Essas corridas feitas por pessoas que adoram desafiar a morte ficam cada vez mais perigosas, principalmente quando há o envolvimento do álcool, que faz com que a adrenalina, a sensação de liberdade, de desafio à morte e às autoridades sejam maiores que qualquer medo de morrer, perder alguém querido, ou até mesmo sobreviver a um acidente, mas ficar com graves sequelas, que causam grandes sofrimentos para suas famílias e as de outras tantas pessoas inocentes que acabam morrendo pela irresponsabilidade deles.
Então, o que temos que fazê-los entender, é que a velocidade que excita e os leva ao êxtase, é a mesma que os pode matar.