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Maconha: Sim ou não?

Em agosto de 2009, a Argentina “abriu as portas” para a maconha; é inconstitucional a penalização de adultos que portem pouca quantidade da droga e não ofereça riscos à terceiros. Porém, o governo argentino determina e ordena somente em seu território, nós brasileiros, não devemos segui-los.

Penso que o Brasil não deve tomar isto como exemplo, afinal o consumo da maconha é prejudicial, nocivo à saúde e causa dependência, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Além de efeitos físicos, a droga é classificada como psicoativa, isto é, aquela que age diretamente no sistema nervoso central.

Legalizar o uso pessoal da maconha seria o mesmo que causar um caos urbano, destruindo famílias, viciando populações, aumentando a criminalidade, incentivando o tráfico de drogas, este ultimo por sua vez movimenta 633 milhões de reais por ano, no estado do Rio de Janeiro, em 2008, segundo a Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro.

Entre prós e contras, conlui-se que a balança tende apontar a segunda opção, já que tornar legal o uso da droga estamparia a população brasileira nas manchetes internacionais dos principais jornais, como viciados e doentes, estimularia o narcotráfico e criaria mais pontos de vendas de entorpecentes; nosso país quer qualidade de vida para os cidadãos, proibimos o uso do cigarro em locais públicos e/ou coletivos de São Paulo, legalizar a maconha seria uma contradição patética.

Raphael Abrantes do Lago